03/11/2010

Salário mínimo deve superar os R$ 600,00 em 2011



Dilma diz que salário mínimo deve superar os R$ 600 em 2011

Presidente eleita disse que áreas de educação e saúde terão prioridade.
Ele disse não pretender recriar CPMF, mas negociará com governadores.

Nathalia Passarinho e Alexandro MartelloDo G1, em Brasília
 A presidente eleita Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira (3), durante entrevista no Palácio do Planalto, que o salário minimo deve ter um aumento no ano que vem.  "O salário mínimo deve estar acima de R$ 600 no fim de 2011", afirmou.
Ela concedeu entrevista depois dopresidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a recebeu no Planalto e se manifestou pela primeira vez após o anúncio do resultado da eleição, no último domingo.
Dilma defendeu o critério atual de reajuste do salário mínimo, baseado na inflação e no crescimento anual do Produto Interno Bruto (PIB), mas afirmou que pode estudar meios de compensar o pequeno reajuste do mínimo em 2011 em decorrência do baixo crescimento da economia em 2009.
"No salário mínimo, temos um critério que considero muito bom, baseado na inflação e no PIB. Temos o problema que o PIB de 2009 se aproxima do zero, até um pouco menos de zero. O Brasil teve uma recuperação muito forte. Então, estamos avaliando se é possível fazer essa compensação", afirmou.
No entanto, segundo ela, a expectativa de alto crescimento do PIB em 2010 garante que no final de 2011 e inicio de 2012 o mínimo ultrapasse R$ 600.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também defendeu o critério atual de reajuste e criticou a proposta do ex-candidato do PSDB à Presidência José Serra de elevar o salário mínimo para R$ 600 já no início do ano que vem. "O povo não é mais massa de manobra. O povo sabe o que é política séria e o que é promessa. A Dilma se elegeu sem precisar fazer promessa fácil", disse.
Sem especificar valores, Dilma também afirmou que vai reajustar o bolsa-família, programa do governo federal que prevê ajuda de custo mensal a famílias de baixa renda. "No meu período de governo, eu vou buscar 100% de cobertura e um nível maior de benefício, proporcional ao que é possível que o país dê para este conjunto de famílias. Eu não sei hoje dizer para vocês qual é esse reajuste, mas que terá reajuste eu asseguro a vocês que terá."
Eu tenho muita preocupação com a criação de impostos. Preferia outros mecanismos, mas tenho visto uma pressão dos governadores, não posso fingir que não existe. [...] Não pretendo reenviar ao Congresso a recomposição da CPMF, mas isso será objeto de negociação com os governadores"
 Dilma Rousseff
CPMF
A presidente eleita disse ainda que terá as áreas de saúde e educação como prioridade no seu governo.
Segundo ela,  há "uma pressão" de governadores para que seja compensado o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) - originariamente destinada ao financiamento da saúde - e disse que está disposta a negociar com eles. Mas, afirmou que não pretende tomar a iniciativa de enviar uma proposta de novo tributo para o Congresso Nacional.
“Eu tenho muita preocupação com a criação de impostos. Preferia outros mecanismos, mas tenho visto uma pressão dos governadores, não posso fingir que não existe. [...] Não pretendo reenviar ao Congresso a recomposição da CPMF, mas isso será objeto de negociação com os governadores”, declarou.
Composição do governo
Sobre a composição do novo governo, Dilma disse que ainda "não está madura" a discussão sobre a escolha dos ministros.
Questionada se manteria alguns nomes que atuaram no governo Lula, ela afirmou que pretende dar continuidade aos projetos existentes, mas que isso não se reflete, necessariamente, na "continuidade de pessoas".
"Não estou falando agora de continuidade de pessoas nos ministérios. Ainda não está madura a discussão sobre a seleção dos ministros. Vou exigir competência técnica e histórico de pessoas que não tenham problema de nenhuma ordem. Também considero importante o critério político", disse.
Ela afirmou que o PMDB não está fazendo pressão para ocupar cargos importantes e disse que a distribuição dos ministérios não funcionará como "partilha".
"Tenho conversado muito com o vice Michel Temer e temos criado uma convicção de que esse governo não se pautará numa partilha. Deve ter um problema de comunicação comigo, porque o PMDB nunca chegou para mim pedindo cargo. Estou participando desse processo sem conflito", disse.
A presidente eleita afirmou ainda que não vai admitir que ministros façam "sombra" a ela e ao governo.
"Quando há o sol bem violento que atinge a cidade, sou a favor de sombra. Mas quanto às demais sombras, não acho que seja compatível. Acho que os ministros têm que ser competentes e não sombras."
Não compactuo com ilegalidade nem com invasão de prédios públicose de propriedades devidamente administradas"
Dilma Rousseff
MST
Sobre o MST, Dilma disse que é favor do díalogo com o movimentos sociais, mas que não admitirá "ilegalidades e invasões". Ela defendeu que os assentados tenham condições para gerar renda e afirmou que há terras suficientes no país para concluir a reforma agrária sem violência.
"No que se refere ao MST, sempre me neguei a tratar o MST como caso de polícia. Agora, não compactuo com ilegalidade nem com invasão de prédios públicos e de propriedades devidamente administradas", disse.
Política externa
A presidente eleita também falou sobre os rumos que a política externa deve tomar no próximo governo. Ela disse que vai dialogar "em paz" como todos os países, inclusive com o Irã.
"O diálogo continua com todos os países, não só com Teerã. Não temos uma política de agressão e violência. Quem quiser dialogar conosco na paz, nós vamos dialogar."
No entanto, Dilma disse que será "intransigente" com o desrespeito aos direitos humanos e irá manifestar o desacordo através da diplomacia.
"Tenho uma postura bastante intransigente em relação aos direitos humanos e ela se reflete no plano da diplomacia numa manifestação de defesa dos direitos humanos. Essa manifestação não é necessariamente estrondosa. Às vezes é preciso negociar", afirmou.
Ela disse ainda considerar uma "barbaridade" a condenação da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtianti à morte por apedrejamento. Sakineh é acusada de ter cometido adultério e de participar do assassinato do marido.
"Não tenho status oficial, mas externo a vocês a minha posição que acho bárbaro o apedrejamento da Sakineh."
Guerra  cambial
Dilma disse que não irá mais a Moçambique, na África, com o presidente Lula, como foi anunciado nesta semana, porque fará na próxima segunda (8) uma reunião com a equipe de transição de governo.
A presidente confirmou, contudo, que vai participar ao lado de Lula das reuniões do G-20, em Seul, capital da Coréia do Sul. A cúpula do G-20 tem início na próxima quarta (10).
A presidente eleita vai tirar quatro dias de folga para descansar, desta quarta até o domingo. Ela não quis revelar o local. "Vocês acham mesmo que eu iria contar para vocês? Não quero abrir a porta e dar de cara com centenas de câmeras e fotógrafos", brincou.
Todos os países e não só a China e os Estados Unidos percebem que há uma guerra cambial. E numa situação dessas não há solução individual"
Dilma Rousseff
No encontro do G-20, presidentes de 20 nações devem discutir meios de aplacar o que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, classificou de "guerra cambial". O Brasil já tomou medidas para conter a desvalorização do dólar, como o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para investimento estrangeiro em renda fixa.
Segundo Dilma, o problema de câmbio é internacional e deve ser resolvido em conjunto com os demais países. "Todos os países e não só a China e os Estados Unidos percebem que há uma guerra cambial. E numa situação dessas não há solução individual."
Superávit primário
Dilma afirmou que prevê uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5% para o ano que vem, valor que está em linha com as estimativas do mercado financeiro. Em 2010, segundo analistas, a taxa de expansão do PIB deverá ultrapassar 7,5%.

Entretanto,  acrescentou que essa previsão inicial para o crescimento do PIB em 2011, de 4,5%, poderá ser superada, com a expansão econômica chegando a 5% ou 5,5%.
"Pode chegar a 5% ou 5,5% [de crescimento econômico em 2011]. Não estamos trabalhando com 7% ou 8% [de expansão]", disse ela. A previsão de um crescimento econômico de 5,5% já consta na proposta de orçamento enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional neste ano.

A presidente eleita afirmou também que está mantida, para 2011, a meta de superávit primário, (economia feita para pagar juros da dívida pública), de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Com isso, afirmou ela, a relação dívida líquida com o PIB, indicador acompanhado com atenção por investidores internacionais, deverá recuar dos atuais 41% (patamar de setembro) para 38% do PIB no fechamento de 2011.
"Se o PIB cresce mais, como ele é o denominador da equação, a relação dívida líquida cai mais", explicou ela. Segundo ela, o governo não enviará ao Congresso Nacional uma proposta para retomar a CPMF.

Dilma Rousseff afirmou ainda que estima um Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) de 4,5% para o próximo ano, ou seja, em linha com a meta de inflação já determinada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o ano que vem.
Para atingir a meta pré-determinada, o Banco Central calibra o patamar da taxa de juros, atualmente em 10,75% ao ano, o que representa juros reais de 5,3% ao ano - os maiores do mundo. A presidente eleita afirmou que uma taxa de juros real mais "consistente" estaria em torno de 2% ao ano.
Trem-bala e Nordeste
A presidente eleita disse, em relação ao desenvolvimento do Nordeste, ter "um compromisso" com a região e afirmou que pretende levar adiante o projeto do trem-bala entre São Paulo e Rio. "É um absurdo achar que o trem-bala não precisa ser feito", declarou.
 
Fonte: G1.com.br

02/11/2010

Voo do ônibus espacial Discovery é adiado pela terceira vez



Voo do ônibus espacial Discovery é adiado pela terceira vez

Agência espacial norte-americana prevê lançamento para depois de quarta.
Adiamento ocorreu por irregularidades registradas no sistema elétrico.

A equipe responsável pela missão STS-133, a última do ônibus espacial Discovery, decidiu adiar em pelo menos mais um dia o último lançamento da nave. A informação foi divulgada no site da agência espacial norte-americana (Nasa, na sigla em inglês).
O atraso permitirá aos engenheiros avaliar dados colhidos nesta tarde de terça-feira que relataram irregularidades no sistema elétrico. Houve um problema durante a inspeção dos motores principais do ônibus espacial, com falha ao ligar o motor 3 do equipamento.
Discovery adia 1Nuvens preenchem o céu na região do Cabo Canaveral, na Flórida, onde a Nasa prepara o ônibus espacial Discovery para sua última missão no espaço, rumo à ISS. (Foto: Stan Honda / AFP Photo)
A missão irá levar astronautas e um robô em uma viagem de 11 dias até a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), que completou, nesta terça-feira, dez anos recebendo tripulações a bordo.
Uma conferência por vídeo será exibida às 18h30 no horário local (20h30 em Brasília), para dar mais detalhes sobre o adiamento.
Fonte:g1.com.br

Doméstica e morta por raio em Serrinha


A doméstica Eudete Santos da Silva, 51 anos, foi atingida e morta por um raio, na fazenda André
povoado do Campo Redondo, em Serrinha.Segundo informações de familiares, ela estava dentro de casa quando começou a chover forte no município. Eudete, mãe de cinco filhos, fazia os lanches
deles que haviam chegado da escola e recebeu uma descarga. Ainda de acordo com a filha da vítima, viu um clarão dentro de casa, quando observou a mãe caída na porta da cozinha.

Fonte: vermelhinho.

Temer culpa PT por fala de Dilma sobre Geddel

O presidente nacional do PMDB, concorrente à vice-presidência, Michel Temer, desembarcou em Salvador nesta terça-feira (28) para um almoço com as lideranças políticas do seu partido e candidatos que compõem a chapa encabeçada pelo postulante ao governo da Bahia, Geddel Vieira Lima
, e culpou o PT pelo mais novo constrangimento sofrido pelo grupo. Na coletiva concedida à imprensa, o líder partidário negou que o objetivo do evento foi acalmar os ânimos dos peemedebistas baianos,indignados com a recente polêmica com Dilma Rousseff, que justificou o seu apoio exclusivo ao governador Jaques Wagner (PT) na Bahia, por Geddel “não estar bem situado nas pesquisas". "Estou aqui como presidente nacional do PMDB e o deputado Moreira Franco como coordenador da campanha Dilma para expressarmos o nosso apoio a Geddel e ao senador César Borges. Se formos eleitos, Dilma e eu, estaremos de portas abertas para eles", disse. Ele afirmou que a decisão da petista, em quebrar o acordo de subir em dois palanques no estado, foi “única e exclusivamente partidária”, e refutou que a presidenciável precise de maior amadurecimento político. “Dilma já tem maturidade política suficiente”, argumentou.
(David Mendes)

EUA renovam Congresso em eleição crucial para o governo de Obama


EUA renovam Congresso em eleição crucial para o governo de Obama

Republicanos devem retomar controle da Câmara de Representantes.
Presidente pediu voto nos democratas para seguir combate à crise.

Do G1, com agências internacionais
Os EUA vão às urnas nesta terça-feira (2) para renovar a Câmara dos Representantes e parte do Senado, em uma votação que deve ter impacto na segunda metade do governo do democrata Barack Obama, eleito em 2008.
Os primeiros colégios eleitorais da Costa Leste abriram a votação às 8h do horário brasileiro de verão. Os últimos colégios, dos estados de Alasca e Havaí, devem encerrar a votação às 2 da quarta-feira.
Segundo as últimas pesquisas divulgadas nesta segunda, o oposicionista Partido Republicano é o grande favorito das eleições legislativas.
O presidente Obama foi a campo nos últimos dias pedir voto para os candidatos democratas e, nesta segunda, disse que uma eventual vitória republicana pode comprometer o combate à crise econômica no país.
Mas a última pesquisa do instituto Gallup realizada entre quinta-feira e domingo com 1.539 prováveis eleitores coloca os republicanos na dianteira com 55% das intenções de voto, contra 40% dos democratas.
Outro levantamento conjunto do "The Wall Street Journal" e do canal de televisão "NBC" também prevê um grande avanço dos republicanos diante do que descrevem como "frustração" com Obama, sua política econômica e o Congresso de maioria democrata.
Eleitores seguram cartaz do candidato democrata ao Senado por Nevada, Harry Reid, e livro do presidente Obama durante comício em Las Vegas nesta segunda (2).Eleitores seguram cartaz do candidato democrata ao Senado por Nevada, Harry Reid, e livro do presidente Obama durante comício em Las Vegas nesta segunda (2). (Foto: AP)
Na consulta, os republicanos aparecem com uma vantagem de seis pontos e atingem 49% do apoio popular, contra 43% obtidos pelos democratas.
Quase a metade dos eleitores que se inclinam por um Congresso de maioria republicana assegura que se trata de um "voto de protesto" contra os democratas.
Apesar de haver consenso de que a direita parte com vantagem na votação, não há acordo entre pesquisas e analistas sobre o tamanho da provável vitória.
Analistas falam em um cenário em que os democratas perderiam a Câmara de Representantes (câmara baixa), mas manteriam por pequena margem o controle do Senado. Mas já há a possibilidade de vitória republicana também na câmara alta.
Os distintos resultados das pesquisas do "The Wall Street Journal" e do Gallup são um exemplo, mas outras consultas diferem também no grau de apoio: o canal "Fox News", por exemplo, coloca os conservadores 13 pontos à frente; para a "CNN", são dez; e o "The New York Times" prevê vantagem de seis pontos dos republicanos.
Nate Silver, autor do blog "FiveThirtyEight" -que antecipou corretamente os resultados em todos os estados do país durante as eleições presidenciais de 2008-, afirma que dadas as diferentes conclusões das pesquisas, "é difícil prever o tamanho da onda conservadora".
Os republicanos precisam de 39 cadeiras para se tornar a maioria na Câmara de Representantes, e 10 para prevalecerem no Senado.
Segundo o modelo de simulação do "FiveThirtyEight", os conservadores conquistarão cerca de 53 cadeiras na Câmara de Representantes, enquanto no Senado devem ganhar sete, o que não atingiria a maioria.
A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, faz campanha nesta segunda-feira (2) na Filadélfia.A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, faz campanha nesta segunda-feira (2) na Filadélfia. (Foto: AP)
Se as previsões estiverem certas, será a primeira vez nos últimos 80 anos que o Senado dos EUA não muda de liderança ao mesmo tempo que a Câmara de Representantes.
A mudança de forças prevista no Congresso promete complicar a agenda do governo dos democratas e alterar o rumo da Presidência de Obama.
O próprio assessor político do presidente, David Axelrod, lembrou na segunda que alguns dos grandes temas pendentes da agenda política, como a reforma migratória, não poderão ser tratados sem o apoio dos republicanos.
Os democratas não conseguiram levar essa reforma adiante nos últimos anos, apesar de terem a maioria em ambas as casas. Agora, com uma margem de representação reduzida, cumprir essa e outras promessas eleitorais pode se tornar ainda mais complicado.
Durante a disputada campanha para as eleições legislativas, os democratas insistiram que assumiram a liderança do país em meio à pior crise dos últimos 70 anos, criada na Presidência do republicano George W. Bush, e pediram mais tempo para tocar as reformas.
No entanto, a julgar pelas pesquisas, o eleitorado, descontente com uma taxa de desemprego de quase 10% e com uma recuperação econômica ainda lenta, não parece disposto a dar outra oportunidade ao atual governo.
Analistas como Bruce Gronbeck, da Universidade de Iowa, e Erwin Hargrove, da Universidade Vanderbilt (Tennessee), atribuem grande parte da atual situação ao êxito da propaganda dos republicanos, que apresentaram os democratas como maus gerentes econômicos e responsáveis por um déficit que não para de crescer.
Obama pede votos
Obama afirmou nesta segunda que os Estados Unidos se arriscam a enfrentar uma situação econômica "muito, muito difícil" no caso de vitória dos republicanos.
"Poderemos enfrentar uma situação muito, mas muito difícil", disse em entrevista à rádio WDAS-FM da Filadélfia, na vespera de uma eleição que terá "consequências durante as décadas futuras", disse o presidente.
"Vamos precisar de uma boa participação" a favor dos candidatos democratas porque "se os outros (republicanos) forem adiante, poderemos ter problemas para fazer este país progredir", advertiu o presidente sobre a possibilidade de uma vitória republicana.
"É uma eleição difícil, porque viemos de um período muito difícil durante estes dois últimos anos", disse Obama.
Balanço
Hoje, os democratas têm 255 representantes contra 178, com duas vagas em aberto, e controlam o Senado por 59 a 41.
SO presidente dos EUA, Barack Obama, pede votos para candidatos democratas neste sábado (30) em Bridgeport, Connecticut.O presidente dos EUA, Barack Obama, pede votos para candidatos democratas neste sábado (30) em Bridgeport, Connecticut. (Foto: AP)
Analistas apostam em um Congresso dividido -com os republicanos conseguindo os 218 assentos necessários para ganhar a maioria- e os democratas mantendo o controle do Senado, ainda que com margem menos.
Isso significa que os republicanos na Câmara de Representantes poderiam aprovar legislação sem apoio dos democratas. Mas a agende republicana seria barrada no Senado, o que criaria um impasse, ou obrigaria os dois partidos a chegarem a um acordo.
Caso ocorra o impasse, só seriam aprovadas as leis absolutamente necessárias para manter o governo funcionando e as medidas que contassem com o apoio dos dois partidos -como a prorrogação dos cortes de impostos implementados ainda durante o governo de George W. Bush.
Fonte: G1.com.br