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22/09/2013

Presidente do Irã diz que Ocidente 'lamentará' possível ataque à Síria

O presidente iraniano, Hassan Rohani, advertiu neste domingo (22) que o Ocidente lamentará qualquer intervenção militar na Síria, e convocou um diálogo para colocar fim à guerra neste país aliado. "Não busquem uma nova guerra na região porque irão lamentar", disse Rohani em um discurso pronunciado em Teerã por ocasião do desfile anual das forças armadas. “A guerra não pode ser extinta com a guerra. Deve acabar por meios políticos e pelo diálogo", acrescentou. Rohani convocou os rebeldes que lutam para derrubar o regime de Damasco a "se sentarem à mesa de negociações" com o governo do presidente Bashar al-Assad. O presidente também pediu que o Ocidente reconheça o direito do Irã de enriquecer urânio em seu território, uma questão que preocupa os países ocidentais e Israel.

06/09/2013

Líderes do G-20 estão indecisos sobre Síria

Os líderes mundiais do Grupo dos 20 (G-20, que reúne as nações mais industrializadas e as principais potências emergentes do mundo) debatem sobre a guerra civil na Síria, mas não estão próximos de fechar um acordo para evitar uma intervenção militar no país. Alguns líderes concordam com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o presidente da França, François Hollande, de que armas químicas foram utilizadas no ataque contra civis na Síria em 21 de agosto. Para eles, a responsabilidade do ataque é do presidente Bashar Assad. Os Estados Unidos e a França preparam uma intervenção militar contra o regime de Assad. Eles tentam conseguir apoio para a ação na reunião do G-20 realiza em São Petersburgo, na Rússia.
por Agência Estado

04/09/2013

EUA: Comissão do Senado autoriza uso da força na Síria

Uma comissão do Senado dos Estados Unidos aprovou na tarde desta quarta-feira (4) o uso da força contra a Síria. Com dez votos a favor e sete contra, a Comissão de Relações Exteriores do Senado norte-americano aprovou uma resolução mais abrangente do que a buscada pelo governo. Enquanto o presidente Barack Obama propõe uma ação "limitada", para "punir" o governo sírio pelo uso da armas químicas atribuído por Washington a Damasco, a resolução aprovada no Senado autoriza o exército norte-americano a "alterar a correlação de forças no campo de batalha". O texto, entretanto, determina um limite de 90 dias para a duração da ação militar e não prevê o envio de tropas terrestres para missões de combate.(Bahia Noticias)
por Agência Estado

31/08/2013

EUA vão promover ação militar contra a Síria, afirma Obama

"Os Estados Unidos vão promover uma ação militar contra a Síria", afirmou em um discurso neste sábado (31) o presidente americano, Barack Obama. Em tom belicista e acusatório, o democrata citou as vítimas do suposto ataque com armas químicas que teria sido levado a cabo pelo governo sírio de Bashar al-Assad. Obama dispõe de amplos poderes legais para tomar uma ação militar. Embora ele tenha dito que não tomou uma decisão final, ele já havia deixado claro que acredita que os Estados Unidos devem fazer algo para responsabilizar o governo sírio pelo ataque. "É a coisa certa a se fazer para nossa democracia", disse Obama.(Bahia Noticias)

05/05/2013

Israel fecha espaço aéreo e Síria aponta mísseis para país vizinho

Israel fechou o seu espaço aéreo no norte do país, após dois ataques contra alvos sírios nos últimos três dias. Já a TV síria informou que forças locais apontaram uma bateria de mísseis contra a nação vizinha. De acordo com Israel, os ataques foram desferidos contra carregamentos de mísseis iranianos de alta precisão que seriam enviados para o grupo militante libanês Hezbollah. Autoridades da Síria declararam que as últimas ações israelenses foram recebidas como uma “declaração de guerra”. O vice-chanceler sírio, Faisal al-Mekdad, prometeu uma resposta, em entrevista à emissora americana CNN. As tropas de Israel posicionadas nas fronteiras com o Líbano e a Síria encontram-se em estado de emergência. Além disso, duas baterias defensivas antimísseis do Domo de Ferro, o sistema de defesa de Israel, foram levadas para as cidades de Safed e Haifa, no norte do país.( Bahia noticias)

04/04/2013

Exército norte-coreano recebe autorização para ataque nuclear contra EUA


O Exército da Coreia do Norte advertiu nesta quarta-feira (3) que havia recebido a autorização final para lançar um ataque contra os Estados Unidos com um eventual uso de armas nucleares, segundo um comunicado divulgado pela agência estatal KCNA.

O Estado-Maior do Exército norte-coreano indicou que havia expressado formalmente a Washington que as ameaças americanas serão "esmagadas" utilizando "meios nucleares modernos, leves e diversos", segundo o comunicado.

"A operação sem compaixão das forças armadas revolucionárias neste aspecto foi finalmente examinada e ratificada", indicou.

O Exército advertiu na nota que "o momento de uma explosão (da situação) se aproxima rapidamente" e que uma guerra na península coreana pode eclodir "hoje ou amanhã".

Em dezembro passado, houve uma escalada da tensão com o lançamento de um foguete norte-coreano —considerado pelo Ocidente como um teste de míssil de longo alcance—, seguido em fevereiro do terceiro teste nuclear norte-coreano.

Pouco depois, a ONU impôs novas sanções contra o regime de Pyongyang, no momento em que Estados Unidos e Coreia do Sul realizavam manobras militares conjuntas durante as quais Washington mobilizou aviões B-52, com capacidade de transporte de armas nucleares.

Em resposta, a Coreia do Norte ameaçou efetuar ataques com mísseis e bombardeios nucleares contra a Coreia do Sul e contra interesses americanos no Pacífico.

No sábado (30), Pyongayng se declarou em "estado de guerra" com o Sul e na terça anunciou sua intenção de reativar um reator nuclear que teve suas operações suspensas em 2007, desafiando as resoluções da ONU que proíbem qualquer programa atômico.

Os Estados Unidos prometeram nesse mesmo dia que defenderão seus aliados sul-coreanos, e o secretário de Estado, John Kerry, classificou como "perigoso" e "irresponsável" o comportamento do líder norte-coreano, Kim Jong-un.

AG REUTERS

04/07/2012

Irã ameaça destruir bases dos EUA no Oriente Médio em minutos


 general iraniano Amir Haji Zadeh, comandante da Divisão Aeroespacial da Guarda Revolucionária, ameaçou, em declaração à agência iraniana de notícias Fars, que o país é capaz de atingir 35 bases americanas no Golfo Pérsico e o território israelense.

"Já planejamos o lançamento de mísseis balísticos no primeiro minuto após um ataque. Somos capazes de atingir as 35 bases americanas no Oriente Médio. Não as vemos como ameaça, mas, sim, como nosso alvo."

Não ficou claro como o Irã chegou ao número apresentado, mas, segundo Zadeh, seus mísseis podem alcançar até 2 mil quilômetros de distância. Os EUA têm postos em Bahrein, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Turquia, além de dez outros no Afeganistão e Quirguistão.


Da Redação http://www.pop.com.br/

14/02/2012

Forças Nacionais estão preparadas para atuar no Carnaval de Salvador, garante Ministério

Forças Nacionais estão preparadas para atuar no Carnaval de Salvador, garante Ministério
Logística de atuação ainda não foi concluída pelos comandos |Foto:Max Haack/BN
anúncio do empenho de tropas da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Exército brasileiro nos circuitos do Carnaval de Salvador traz à tona o debate sobre o preparo dos policiais federais e combatentes para atuar na maior festa de rua do planeta, que reúne cerca de dois milhões de foliões por dia em avenidas da capital baiana. Em coletiva à imprensa nesta segunda-feira (13), o governador Jaques Wagner (PT) informou que os 320 agentes da FNSP e soldados da força militar, que permanecem em Salvador, serão integrados aos quase 20 mil homens e mulheres da Polícia Militar da Bahia que realizarão o policiamento ostensivo durante os sete dias da folia momesca. Como foi visto durante o isolamento da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), ocupada por PMs grevistas, as táticas usadas pelas duas forças contavam com o uso de armas letais, como fuzis e pistolas, e não letais, como bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, gás de pimenta, armas que disparavam balas de borracha, além de escudos e cacetetes. De acordo com a assessoria de comunicação do Ministério da Justiça, contatada pelo Bahia Notícias, os policiais da Força Nacional estão preparados para assegurar a tranquilidade dos foliões. “Os integrantes passam por treinamento para atuar em situações semelhantes à do Carnaval de Salvador. É a chamada segurança para grandes eventos. A corporação já atuou, inclusive, na segurança dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007, com 3,7 mil homens e mulheres”, informou a pasta. Além disso, os membros federais recebem treinamento com especialistas da área e têm aulas sobre direitos humanos, controle de distúrbios civis, policiamento ostensivo e gerenciamento de crise. Já o Exército, que mantém seus soldados enquartelados em Salvador mesmo após a decretação do fim da greve, informou apenas que o comando da 6ª Região Militar ainda realiza o replanejamento do empenho das tropas e os critérios de atuação não estão definidos. "Assim que for definido ele será divulgado", garantiu o assessor de comunicação, major José Mendonça Peixoto. Nesta segunda (13), o comandante geral da PM, coronel Alfredo Castro, e o general do Exército, Gonçalves Dias, se reuniram para discutir as estratégias da aplicabilidade das três tropas no Carnaval. O teor do encontro também não foi divulgado porque, segundo o Departamento de Comunicação Social da PM, as definições ainda não foram concluídas pela corporação. “Tudo será levado em consideração. Desde o carnaval de bairro, ao policiamento ostensivo nas avenidas do circuito e do seu entorno”, adiantou o capitão da PM Marcelo Pita.
fonte:www.bahianoticias.com.br

06/02/2012

Veículos militares chegam a Salvador para reforçar segurança


Quatro veículos militares conhecidos como Urutu e desenvolvidos com blindagem dupla para transporte de tropas chegaram neste domingo (5) a Salvador para reforçar a segurança na cidade. Os automóveis vieram de Recife e já podem ser vistos nas ruas da capital baiana. Fabricados no Brasil, os automóveis possuem uma camada externa feita de aço duro e têm proteção contra projéteis de armas leves, estilhaços de minas e fragmentos de artilharia. O Urutu é equipado com um sistema automático de supressão de fogo e é armado com uma única metralhadora de 12,7 mm, montada sobre o teto. O veículo pode transportar de 12 a 14 soldados totalmente equipados.
fonte: www.bahianoticias.com.br

09/01/2012

EUA ameaçam atacar Irã se país tentar bloquear estreito de Ormuz

Se o Irã tentar bloquear o estreito de Ormuz, passagem estratégica para o tráfego marítimo de petróleo, os Estados Unidos responderão através da força. A afirmação foi feita neste domingo (8) pelo chefe do Pentágono, Leon Panetta, que evocou uma "linha vermelha" que não deve ser ultrapassada pelos iranianos. "Fomos muito claros sobre o fato de que os Estados Unidos não tolerarão o fechamento do estreito de Ormuz. Esta é uma linha vermelha para nós e vamos responder", advertiu o secretário americano de Defesa durante a transmissão do programa Face the Nation na rede de televisão CBS. A tensão aumentou entre Teerã e Washington desde a última terça, após a advertência iraniana sobre a presença da marinha americana no Golfo enquanto realizavam manobras militares, o que despertou temores sobre o eventual fechamento do estreito de Ormuz, por onde transita 35% do petróleo mundial transportado por via marítima. Washington advertiu que manterá seus navios de guerra mobilizados no Golfo, enquanto a Casa Branca considerou que as advertências do Irã demonstravam sua "debilidade" e a eficácia das sanções aplicadas contra o país por impulsionar seu polêmico programa nuclear. Informações das agências internacionais.

14/12/2011

Milhares celebram retirada de tropas norte-americanas em Falluja

Reuters
14/12/2011 17h12 - Atualizado em 14/12/2011 18h02

Iraquianos queimaram bandeiras dos EUA e agitaram cartazes.

Cidade de 3 mil moradores, de maioria sunita, já foi reduto da al-Qaeda.

Da Reuters

Iraquianos queimaram bandeiras dos Estados Unidos, agitaram cartazes e lotaram as ruas de Falluja, no oeste do Iraque, para celebrar a retirada das tropas norte-americanas do país.
Falluja, de maioria sunita, já foi reduto da al-Qaeda e registrou algumas das mais violentas batalhas em quase nove anos de guerra. Cerca de 3.000 moradores participaram de uma passeata levando cartazes com os dizeres "Falluja, cidade da resistência" e fotos de moradores mortos pelos ocupantes.
"As celebrações marcam um dia histórico para a cidade de Falluja, e devemos lembrar com orgulho dos mártires que sacrificaram seu sangue por esta cidade", disse Dhabi al-Arsan, vice-governador da província de Anbar, dirigindo-se à multidão.
Soldados iraquianos assistem à comemoração pela saída das tropas americanas em Falluja, a 50 km de Bagdá, nesta quarta (14)  (Foto: Mohanned Faisal / Reuters)Soldados iraquianos assistem à comemoração pela saída das tropas americanas em Falluja, a 50 km de Bagdá, nesta quarta (14) (Foto: Mohanned Faisal / Reuters)
Os combatentes da insurgência iraquiana fizeram de Falluja a sua base ao longo do conflito, e em 2004 a cidade registrou duas batalhas importantes. Forças dos EUA usaram a força bruta, incluindo tanques, caças e helicópteros, para esmagar a resistência, em combates que deixaram centenas de mortos e milhares de desabrigados.
"Estou contente por ver os norte-americanos deixando o Iraque. Só agora sentimos realmente o gosto da liberdade e da independência", disse o taxista Ahmed Jassim, de 30 anos, agitando uma bandeira iraquiana. "Não vamos mais ver as forças norte-americanas. Elas nos evocam conflito e destruição."
Depois de chegar a ter cerca de 170 mil soldados no país, os EUA hoje mantêm apenas cerca de 5.500, que devem sair até o final do mês. Só um pequeno contingente de instrutores civis e cerca de 200 adidos militares devem permanecer.
Muitos iraquianos aguardam com alívio e esperança o fim da ocupação, apesar do temor de recrudescimento da violência sectária. Em geral, a violência já diminuiu bem desde o auge do conflito entre sunitas e xiitas, mas atentados e assassinatos continuam sendo comuns.
"Depois que os norte-americanos saírem, queremos ver um Iraque unido, não queremos disputas", disse o clérigo sunita Hameed Jadou à multidão. "Quem diz que se trata de um iraquiano sunita, xiita, curdo ou turcomeno está usando termos trazidos pelo ocupante.
"
fonte: www.g1.globo.com

Morrem mais pessoas assassinadas na Bahia do que na Colômbia

por David Mendes
Morrem mais pessoas assassinadas na Bahia do que na Colômbia
Bahia e Afeganistão registram quase o mesmo número de homicídios, aponta estudo
O mapa da violência no Brasil, divulgado nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Sangari, apontou que a Bahia ganha para a Colômbia se comparado o número de homicídios a partir de 2004. O país, berço do narcotráfico mundial e com a presença de guerrilheiros e paramilitares como as Forças Armadas Revolucionárias (Farc), registrou 11.833 mortes violentas até 2007. Neste mesmo período, a Bahia registrou 11.970 assassinatos. O Afeganistão cravou no mesmo período 12.417 mortes. No comparativo com outros países que mantêm conflitos armados pelo mundo, na Bahia morreram mais indivíduos de forma violenta do que na República do Congo (9.347), Sri Lanka (9.065), Índia (8.433), Somália (8.424), Paquistão (6.581) e Israel e Palestina (2.247). “Fica difícil, para o cidadão comum, inclusive para a maior parte dos especialistas, entender a exata dimensão desses números ou desse crescimento vertiginoso. (...) Uma ideia do que esses números representam pode ser dada se compararmos os mesmos com o número de vítimas em diversos conflitos armados ao longo do mundo”, explicou.
fonte:www.bahianoticias.com.br

12/12/2011

Após 10 anos do 11/9, Obama anuncia fim da guerra contra o Iraque

Após 10 anos do 11/9, Obama anuncia fim da guerra contra o Iraque
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, marcou nesta segunda-feira (12) o fim oficial da Guerra do Iraque, após ter uma reunião com o presidente do país, Nouri al-Maliki, de acordo com informações da Agência Estado. Por outro lado, o mandatário alertou os vizinhos do Iraque que os EUA permanecerão no Oriente Médio mesmo após a retirada. "Nossa forte presença no Oriente Médio permanece. Nós não vacilaremos nunca na defesa dos nossos aliados, dos nossos parceiros e dos nossos interesses". Segundo Obama, os militares americanos voltarão do Iraque "com honra e de cabeça erguida". "Quando eu tomei posse, quase 150 mil soldados americanos estavam no Iraque. Eu prometi acabar com essa guerra de uma maneira responsável", disse Obama, ao se referir a promessa de campanha, feita em 2008. Ele continuou: "Hoje apenas alguns milhares de soldados (dos EUA) estão no Iraque...e é uma estação de volta para casa"
fonte:www.bahianoticia.com.br

30/03/2011

Obama assinou ordem secreta para apoiar rebeldes na Líbia, diz agência


Obama assinou ordem secreta para apoiar rebeldes na Líbia, diz agência

Documento autorizaria operações da CIA, dizem fontes do governo.
Oficialmente, Obama afirma que não descarta hipótese de armar oposição.

Do G1, com agências internacionais
O presidente dos EUA, Barack Obama, assinou uma ordem secreta autorizando apoio oculto aos rebeldes que tentam derrubar o ditador da Líbia, Muammar Kadhafi, segundo fontes governamentais ouvidas pela agência Reuters nesta quarta-feira (30).
Obama assinou o documento há duas ou três semanas, segundo quatro diferentes fontes próximas ao tema.
O documento autorizaria operações secretas feitas pela CIA, principal agência de inteligência do país.
A CIA e a Casa Branca não comentaram a informação.
Os EUA, outros membros da Otan e países árabes integram uma coalizão que está conduzindo ataques aéreos contra as forças de segurança do governo líbio, cumprindo um mandado da Organização das Nações Unidas (ONU) para proteger os civis que se opõem a Kadhafi.
Oficialmente, Obama e a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, afirmam que a possibilidade de armar os rebeldes líbios não está descartada, mas que nada foi feito nesse sentido até agora.
"Não estou, não estou descartando", disse Obama na véspera após ser questionado em entrevista na rede NBC.
Rebeldes guardam posição em estrada próximo à cidade líbia de Brega nesta sexta-feira (30) (Foto: Reuters)Rebeldes guardam posição em estrada próximo à cidade líbia de Brega nesta sexta-feira (30) (Foto: Reuters)
Enquanto isso, no campo de batalha, forças leais a Kadhafi ganham terreno sobre os rebeldes, apesar dos bombardeios aliados às tropas do governo líbio, agora sob comando da Otan.
Os altos funcionários dos EUA que monitoram a situação da Líbia dizem que no momento nem Kadhafi nem os rebeldes, que pediram armas às potências ocidentais, parecem capazes de obter avanços decisivos.
Embora os ataques aéreos dos EUA e aliados tenham causado graves danos às forças militares de Kadhafi e afetado sua cadeia de comando, segundo autoridades, os rebeldes permanecem desorganizados e sem condições de tirar proveito do apoio militar ocidental.
Pessoas a par dos procedimentos do setor de inteligência dos EUA dizem que as decisões presidenciais relativas a ações encobertas costumam ser costuradas de modo a dar margem a uma autorização ampla para um grande espectro de ações do governo em apoio a um objetivo secreto particular.
Para que operações específicas sejam realizadas sob o amparo dessa autorização abrangente -- por exemplo, a entrega de dinheiro ou armas às forças anti-Kadhafi -- a Casa Branca também teria de dar uma "permissão" adicional para o prosseguimento dessas atividades.
Em 2009, Obama deu um aval semelhante à expansão das ações secretas de contraterrorismo realizadas pela CIA no Iêmen. A Casa Branca não costuma confirmar se tais ordens foram dadas.
O chanceler do governo Kadhafi, Mussa Kussa, teria deixado o governo por não concordar com os ataques a civis, indo buscar abrigo no Reino Unido, segundo o governo britânico.
Conflitos na Líbia 30/03 (Foto: Editoria de Arte / G1)










fonte: g1.globo.com